++ percepção lentamente valorizada do amor brasileiro agreste <:> rito ovariano onírico e negro :x: paixão e sociabilidade dionisíacas comungadas por dona deuSa (sílvia goulart) e o boi arteiRo (marcus minuzzi) <:> a verdade xamânIca da guerra apruma nossas corações antigos e dispostos a tudo contra o fascismo :x: poemas, análises, amores pictografados <:> elegia ao sertão artístico :x:

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

 hoje deve-se comprar açúcar, nesse belo hoje pergunto ao tônus do santo belo artista imemorial como comprar açúcar,


precisa e pode ser bela essa mítica aquisição, quem compra com a memória, adelina, é como se reinasse e fosse o pomo essencial da doçura,

será hoje extrA doce arrematar açúcar na eternidade musculosa e diva desse dia, açúcar, pão e farinha, sal, e sem secura, sempre sem secura, água cristalina e extra pura para minha unção pelo tempo,

sonho o grão de açúcar, óleo raiz obscura desses aportes de energia e volúpia, tenho que sonhar o açúcar no salgado de sua produção e troca,

eu sou esse caboclo que levanta cedo e carrega pilhas, a cabeça boa, a faixa na cabeça, a brilhar, há uma liga de óleo e calor divino que me besunta,

caboclo da união, do contato-esporte, da saudação, cordialidade, vive dentro de mim,
bem vivo, esse humano antigo, manso e pardo, branco, negro, aborígene,

todas as luas, vinte aves, intempéries e cruel submissão aos fardos, todas as vidas, todas as pilhas para minhas costas, pernas e braços, todas as ruas, sítios, encruzas, sombras que me consomem no silêncio ardiloso silencioso das encuzas










"o que a memória 
ama fica eterno"

adéliA pradO

o amoR alimenTA o poeMa

1. A moça comigo brinca na relva. Estou bento iluminado  Com o membro  Amando tesouros míticos. O segredo é peniano. Ora a moça numinosa. A ...

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